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Crônicas de um Inconsequente

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Crônicas de um Inconsequente

Mensagem por Convidado em Sex Ago 30, 2013 1:39 pm

Crônicas de um Inconsequente



Prólogo

A lua mostrava-se pela metade, e o brilho já bastava para encantar aos amantes da noite, destacava-se ainda mais devido a grande cortina de névoa que banhava o céu, e contrastava perfeitamente com o tapete de neve que ainda se diluía da noite passada. Os passos pesados, não só devido a massa corporal, mais também às suas ultimas atitudes, faziam com que os pés afundassem causando a ele uma sensação oprimida, esta noite era como uma versão em paisagem de seu interior, gélido, misterioso, admirador das trevas. Suas vestes variavam do negro mais temeroso até um cinza não muito encantador. No bolso posterior da jaqueta guardava o maço de cigarros, e na boca já possuía um, esta já devia ser a quarta ou a quinta tragada, seus pensamentos já não lhe vinham com clareza, assim já não era quando sua mente estava em bom estado, o que dizer de seu psicológico ao ser intimado por algumas substancias.
Alguns poucos minutos e já era visível a fachada da casa, mesmo que embaçada. Seus passos tornaram-se menos apressados, carregava apenas a ardilosa e escassa vontade de viver. Ali a frente estariam esperando-o o pai, com a mesma ladainha de todas as noites da semana, bem, hoje ele teria uma desculpa, era noite de sábado.
O teto da varanda lhe poupara da frágil queda de neve que começara a instantes antes, mais que já deixavam rastros pelo couro escuro de sua jaqueta. Ele procura inquieto pela chave, deveria estar em seu bolso, talvez deixara cair ao puxar um cigarro, de que importava? Seu pai estava em casa, e ele já estava mesmo contentado com as broncas diárias, que diferença faria uma mais? Passou a mão pelos ombros livrando-se dos vestígios gelados da noite e bateu duas vezes. Segundos tediantes, mais o que era esta misera fração de tempo relacionada ao ultimo ano ?
A porta rompe o silencio provocando um ruído desagradável deveria lembrar seu pai de trocar as dobradiças, já estavam por demais degastadas, o vão permite que uma fresta de luz escape para fora, junto ao aroma de lavanda, era agradável, totalmente contrário à fragrância do sótão, lá não se podia distinguir um cheiro, era uma mistura alucinante do ilegal, era ali que se encontravam os que queriam fugir da vida tediosa daquela cidade, a casa abandonada, era afastada de tudo, e a maioria tinha pavor de certo lugar, era o refúgio perfeito.
Logo aquele aroma de lavanda deixa de ser único e se une ao de um mel, não o aroma de um mel qualquer, era doce, vicioso, completava qualquer desejo, era o mel do pecado, ele reconheceria este cheiro de qualquer lado da cidade, a quilômetros de distância.
Suas mãos não se contem com a velocidade com que a porta era aberta, o que faz com que o rapaz avance na maçaneta e empurre a porta de uma vez.
Seus olhos esbarraram na silhueta perfeita, só podia ser projeto dos deuses, tamanha desenvoltura não era meramente mortal. Seus olhos possuíam um brilho ofuscante, e se voz... bem, um encanto ensurdecedor, sabia que só necessitava de uma palavra, e as frases não mais fariam sentido, pois a voz lhe hipnotizava.
A melancolia de seus olhos refletia no sorriso bem emoldurado naqueles lábios carnudos. Desejava-os mais que tudo, desde sua infância. Era impossível pairar ali, fora da casa, enquanto seu refúgio absoluto se fazia presente ali diante dele, seus lábios curvaram-se dolorosamente dando forma a um sorriso raro, um de amor. Seus músculos estavam tensos, mais ao abraça-la, assemelhavam-se a um algodão embebido em água, puro, flexível.
- Cammie ! Não acredito que está mesmo aqui. – A Voz rouca ainda era a mesma, admitia Camille a si mesma, o que se diferia era a embriaguez entoada juntamente com sua lábia .
Ela estava feliz por estar ali, sentira falta do amigo, afinal, já faziam um ano e meio que não se viam, antes disto, o maior tempo que se distanciaram foram um ou dois meses devido as férias de verão, isto não os impedia de trocarem informações, os celulares eram eternos aliados. Mas desta vez... fora diferente. Kent não dera noticias a garota, e esta noite ela esperava saber o porque .
O abraço ia além do fraternal, trajava sentimentos de ambos os lados, sentimentos puros, mais que o tempo foi desgastado . Cammie os resguardava em segredo, preferia que o rapaz acreditasse que fora algo passageiro, e que logo já não existia, mais o fato real era que ele ainda estava ali presente, e tal como o que ele sentia, o dela também se ampliava a cada dia .
- Pois acredite, e você tem muito a me explicar. – Cammie soltou as palavras em meio a um suspiro preocupado e lhe deu um beliscão. O cheiro era forte, e já sentia-se um pouco tonta . Aproximou os lábios de seu ouvido e proferiu em voz baixa para que ninguém pudesse escutar, apenas ele. – Andou fumando? – Ela tinha certeza de que sim, mais Kent era teimoso, jamais admitiria o erro.
Ele levantou os olhos e cercou-a de uma troca de olhares conflituosa que fazia parceria a um leve arquear de sobrancelha.
- Vamos, me leve ao seu quarto, temos que conversar. - A garota insistia ao perceber que ele tentava fugir da pergunta.
- Já não estamos a fazer isto ? - Kent indagou as palavras, um ar de frieza era invocado ao espaço, era desagradavelmente notável nos olhos do garoto.
Camille já sem paciência o toma pelo braço, aquela casa jamais sofrera mudanças, e pelo pouco que sabia ainda era capaz de localizar os cômodos.
As escadas se estendiam por grande parte do caminho, o que a deixou cansada e ofegante. Para completar o quarto do rapaz era o ultimo de um grande corredor rustico . As madeiras do chão entoavam junto aos saltos de Cammie uma sincronizada batida abafada. Ela o leva até o quarto e se joga na cama, ainda recordava-se das tardes em que passavam ali a conversar.
Kent observa a cena calado, isto incomodava a garota, era insano de mais, Kent sempre fora conversador, agora apenas a fitava feito um marginal .
Ela levanta-se e caminha ate estar frente a ele, seus olhos percorrem a curva rígida de seu maxilar.
- Quem és tú ? - Sua voz soava calma, apesar do interior possuir um reboliço constrangedor.
- Sou quem tú pediu que eu fosse Cammie . - A garota se assusta com a repentina fala do rapaz, não achava que ele proferiria algo a ela.



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Re: Crônicas de um Inconsequente

Mensagem por Convidado em Sex Ago 30, 2013 8:02 pm

Meudeus, essa historia promete, poste logo o resto u.u
A escrita esta muita boa, diferente do que me disse, serio
ai vai o comentario, gostei muito do prólogo, bem escrito e detalhado ^^

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Re: Crônicas de um Inconsequente

Mensagem por Convidado em Sex Ago 30, 2013 8:14 pm

vc escreve muito bem!!! Já estou curiosa e esperando a continuação, esta muito bom!!!

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Re: Crônicas de um Inconsequente

Mensagem por Convidado em Sab Set 07, 2013 6:18 pm

Capitulo 1
- O dia em que se conheceram -

Lá estava Kent, carregava inquieto a bagagem, arrastava-a pelo piso polido da grande sala de desembarque. Olhava para todos os lados e sem sucesso deixava seu fitar morrer no montoado de pessoas que passavam diante dele.
O aparelho celular vibra e ele logo o busca no bolso da calça.
Já chegou ? - A mensagem indicava que a garota estava a sua espera, não ali, mais aguardava por ele .
Os olhos percorrem novamente o ambiente e outra vez é decepcionado, seus pensamenteos laçavam constantemente memórias da primeira vez que haviam se falado, ambos haviam ficado proximos desde que se conheceram, e isto vinha aumentando. Kent guardava por Cammie, um sentimento puro, sadio, e ela também possuia o mesmo pelo rapaz, contudo tinha tambem suas duvidas e medo, algo que não surpreendia a Ken, já que eram jovens, estavam na idade da inconsequencia .
Sim, acabei de desembarcar. Te encontro no restaurante que me indicou . - O rapaz por fim digita a mensagem e a envia, seguindo para o local combinado.

As borboletas faziam festas e juras de paixão eterna em seus estômago, ele podia sentir todo o reboliço e a ansiedade tomarem conta de seu ser. Imaginava como seria ver pela primeira vez sua amada.
Cammie, se soubesse que me salvou de uma roubada. Agradeço todos os dias por te ter em minha vida
Ele continuava a pensar. Antes de se conhecerem, Kent era apenas mais um adolecente revoltado que as ruas abrigavam, seu pai um senhor já de idade que não dava conta do filho rebelde e sofria com o que Kent aprontava. Chegou a roubar várias vezes em busca de um sustento, o que ele chamava de refúgio dos problemas, as drogas. Fora Camille quem o tirara desta vida, ele se apaixonou e entregou-se sem medo a tal sentimento, não importando-se com a distância que os separava. Naquele mesmo dia ele prometera a ela que iria a encontrar, custasse o que for .
O taxi logo estaciona e Kent arqueia a sobrancelha, estaria certo que teria dificuldades em se estabelecer por ali, jamais tivera um senso de direção aceitavel, facilmente se perderia .
- Aqui Senhor, Chegamos, deseja que eu desça as tuas malas ? - O Motorista pergunta o arrancando de seus pensamentos por ora.
- Sim, por favor. - Proferiu enquanto analizava o taximetro e pagava o motorista .
Seus passos até a primeira mesa eram calmos, porém não passava de fachada, tudo o que ele queria podia já estar ali, o aguardando.
Puxando o ar ele se reestabelece e prossegue com os passos firmes. Uma fresta entre o portal e a recepção permite que ele observe as madeixas de uma loira a flutuarem diante da atendente.
- Um rapaz alto, moreno, olhos claros. Ele não deu as caras ? - A Moça pergunta à recepcionista que nega com a cabeça .
- Com o nome posso te dar uma resposta mais confiavel. - A outra rebate enquanto tecla os botões a sua frente.
- Kent, Kent Pierce. - A voz melodiosa recita lentamente o nome e faz com que Kent lance o passo até ela .
A silhueta esculpida a sua frente era perfeita, podia-se dizer que era uma modelo .
- Cammie ? - Ele ergue a sobrancelha direita enquanto observa o corpo mover-se .
Os olhos de Camille brilharam, sintilava como o outro polido. E os dele igualmente. Se encontram sem delimitação de sensações, eram inúmeras delas.
Ele leva a mão até o rosto da moça, sua pele era macia, boa de se torcar. O sorriso lhe escapa dos lábios, e nos dela também é esculpido um sorriso calmo.
Os braços de Cammie se abrem em direção ao garoto e ele se deixa partir a tal união, era celestial, diferente de tudo que já fizeram. Seus lábios estavam mais que proximos, porém vendo isto Cammie recua.
- Então, como foi a viagem ? - Ela pergunta por fim quebrando o silencio e dando vida a uma longa conversa.
Assim se deu inicio a uma história de amor, bem, talvez, amizade, para se mais exato, assim se deu o começo de uma vida. Os dois se conheceram de forma simples, mais com o tempo o amor que resguardaram um pelo outro tornou-se infinito. O sorriso de Camille tornaram-se o verdadeiro refúgio de Kent, tal como os olhos de Kent tornaram-se um abrigo.
Era diferente e dificil, a relação de ambos, mais não impossivel, e eles tinham conciencia sobre isto.


Uma história de amor não se pode ser contada por circunstancias, nem mesmo por aqueles que cercaram os que a viveram, mais somente por quem vivenciou, pois só estes tem o saber do que sentir, só estes conhecem a intencidade e a loucura proporcionada pelo imenso prazer que é amar.
Digo eu hoje isto por que já amei, continuo a amar aliás. Eu queria ter uma palavra que definisse o que é sentir isto, mais percebo que nem mesmo um texto seria suficiente para suprir o conceito desta palavra de tamanha força, por que amar é sentir algo não somente seu, mais de outro, algo compartilhado, algo que emociona e vez ou outra fere, mais que presentea com um bem maior, é algo que vem de dentro, que pode nascer de pequenos gestos ou de grandes atitudes. De um ramalhete de flores ou de uma rosa apenas, porque não ? O amor não mede limite nem proporção .

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Re: Crônicas de um Inconsequente

Mensagem por Convidado em Qua Set 25, 2013 11:32 am

Nossa, se exclui te puxo as orelhas u.u
Muito boa mesmo, ansiosa pelo proximo capitulo 
gostei da frase:
por que amar é sentir algo não somente seu, mais de outro, algo compartilhado, algo que emociona e vez ou outra fere, mais que presentea com um bem maior


(:

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Re: Crônicas de um Inconsequente

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