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Mensagem por Convidado em Qui Jan 09, 2014 1:14 pm





Era início de ano, as horas se arrastavam tão rapidamente que minha mente mal podia acompanhar o decorrer do tempo, sinceramente, a ficha de que uma nova etapa estava começando ainda não havia caído. Era como se eu estivesse presa num universo paralelo, numa realidade inconstante e diferente da de todos. Talvez pensasse eu que eu era diferente, que havia algo de especial em mim, não que a paranormalidade de meu ser fosse algo positivo, eu me sentia estranha em meio a todas as pessoas normais, sentia-me excluída da sociedade, mas também não dizia que isto me fazia mal, me agradava passar o dia em meu mundo particular, meu universo próprio, meu quarto.

Por falar em coisas que ficaram no ano interior e que ainda bem presentes em minha vida, entre elas estava o ensino médio, digamos que meu baile de formatura não fora uma das datas as quais eu escolheria para me recordar, mais certos momentos devem ser guardados nas lembranças, mesmo que estes para nós não sejam momentos tão agradáveis, digo isso por que apesar da má impressão deixada por aquele dia em minha vida eu estava com pessoas importantes, essenciais e que não voltaria a ver com a frequência que estava acostumada.

Paixões, vamos lá, este também não era dos assuntos os quais gostava eu de tratar. Sempre possuí um coração fraco e ingênuo de mais. Talvez o amor fosse de fato algo que me atraísse, ou então a carência me fazia pensar isto. Naquele ano eu fui uma garota de muitos amores, infelizmente muitos amores desgraçados e com um final não dos melhores.

Está certo, olhando por este relato que acabo de fazer minha vida parece ser angustiante e depressiva, mas ainda é possível achar bons motivos para me manter de pé e com um sorriso no rosto, por que apesar dos pesares em cada decida de minha vida havia uma corda que me puxava novamente para cima, em cada queda havia uma mão que me erguia, e em cada vacilo havia um bom coração que me perdoava.

Peço encarecidamente ao leitor que não se comova com esta história, talvez tenha base na minha vida, talvez não passe de criação de minha mente fantasiosa, ela costuma ser criativa quando se trata de palavras, ou quando se trata de decepções cotidianas. Como qualquer adolescente, fui por diversas vezes desafiada a encarar frente a frente os olhos enfurecidos das feras do viver, o ódio, a pobreza, a doença, o fracasso, mas por muitas vezes tive comigo também o braço amigo de cada uma das dádivas que foram a mim concedidas.


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Re: Mudar [ Changer ]

Mensagem por Convidado em Qui Jan 09, 2014 3:17 pm

*----------------*

Que perfeita amiga! Eu estou louca para conferir o resto.

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Re: Mudar [ Changer ]

Mensagem por Convidado em Qui Jan 09, 2014 4:56 pm

Nossa *-* tipico da Leh, me deixar curiosa -.-

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Re: Mudar [ Changer ]

Mensagem por Convidado em Qui Jan 09, 2014 6:05 pm

Capitulo 1 - O Baile de Formatura

A ordem a qual contarei os fatos não é necessariamente a ordem com que estes aconteceram, graças as aulas de português aprendi que posso usufruir de algo chamado " tempo psicológico ''.
Comecemos então por uma data que muito marcou . O dia do Baile .
Era 6 de dezembro, a dias eu e minhas amigas nos planejávamos para esta data. Irredutivelmente ansiosas nós estávamos, não havia como ser diferente, o baile na vida de uma adolescente era algo no minimo, desejável . As 16h tomei meu rumo para o salão, tal como fora combinado durante a semana, levaria cerca de 20 minutos a pé, não que fosse longe, era eu quem não possuía o costume saudável de caminhar, fazer o que, meus pais haviam me deixado mal acostumada, e isto influenciara na minha " forma perfeita ", digamos que eu não fazia parte daquele grupo de garotas que os rapazes intitulavam " gostosas " talvez uma " nerd bonitinha " mas nada além disto.
Chegando lá cumprimentei Jô, a dona do salão, e por ironia do destino a tia de uma de minhas amigas, o que nos favoreceu com um desconto considerável. A moça devia beirar os 35 anos de idade, morena, um porte um pouco mais baixo que o meu .
- Boa tarde . - Indaguei no meu tom casual de sempre, que soava tímido, ao menos era o que todos me diziam.
Sorri para as meninas que já estavam ali, algumas com o penteado bastante adiantado. Tifanny e Mandy já estavam praticamente prontas, estas duas foram minhas cúmplices durante o ano, Tifanny uma morena que resolvera tingir as mechas de loiro, comparada a mim era baixa, mais era eu a anormalmente gigantesca dali, ela devia ter seus 1,60 de altura. Mandy já gostava de ser morena, era uma moça bonita, Esta não era tão mais baixa do que eu e não tinha do que se queixar, aliás, ainda fora presenteada com o incrível dom de cantar e esbanjava sabedoria quando se tratava de um Saxofone. Britanny era a menor de nós, e nós como boas amigas costumávamos  caçoa-la, mas sem maldade alguma, era algo mais voltado para brincadeiras. Haviam conosco outras meninas, não eramos tão apegadas a elas, havia uma em questão que fizera parte de minha história, Valery, a conheci quando criança e digamos que durante nossa primeira adolescência acabamos por criar pensamentos inversos, mas isto é papo para uma outra hora.
Permanecemos ali até umas 20h. Com maquiagem e cabelo prontos fui levada para casa por meu pai onde  por fim trajaria o escolhido vestido de baile.
Após horas de dedicação em dar um trato em minha beleza não muito admirável o trabalho tinha de ser reconhecido. O vestido tomara que caia possuía a cor rosa voltada para um violeta, desenhava meu corpo me deixando até " bonitinha " os cabelo jogado de lado pendia em cachos sobre meu ombro esquerdo, colar e brincos com pingente floral, salto 15 e uma maquiagem para a noite.
- Você está linda minha filha. - Não havia dúvidas sobre o dono da voz, uma voz que tinha presença e que impunha respeito, era meu pai.
Olhei por sobre os ombros deixando de mirar minha imagem refletida no espelho. Dei a ele um sorriso que foi retribuído. Tomando-me pela mão fez-me rodopiar por meu quarto e quando paramos, mamãe e meus irmão observavam a cena cheios de orgulho.
- Você está linda minha bebê - Ouvi mamãe dizer, achava ainda que eu era a mesma garotinha de antes, talvez fosse.
- Olha, se não fosse minha irmã eu te pegaria. - Ressoou a voz de Matt meu irmão mais velho me fazendo rir.
- Parabéns, muito linda, de verdade. - Gabe disse a mim com um sorriso confortável em seus lábios.
Se eu parar para dizer o que cada um de meus irmãos me disse naquele dia precisarei de muitas linhas, a família era grande. Por ordem de idade vinha Matt, com 18 anos, Eu com 16, Gabe, Greg, Lion, Ally e Allan.
Tomamos o rumo até o local onde seria a festa, sinceramente não me sentia bem, havia algo que me incomodava. Papai fazia a viajem atento a pista, tentava seguir sem erros o mapa que fora impresso junto ao convite do baile. Os meninos a todo tempo tinham um novo assunto e mamãe tentava guiar meu pai.
- Ei, ta tudo bem? Você ta quietinha. - Sussurrou Matt arrancando-me de meus pensamentos difusos.
Levantei o olhar a ele. - Aham. - Foi apenas o que consegui dizer.
- Já disse que você tá linda ? E que não importa que ele tenha te dado o cano, você ainda será a menina mais linda da festa. - Tentou me animar sem sucesso.
- A única que vai ter que dançar duas das valsas com o pai e uma com o irmão mais velho. - Bufei revirando os olhos.
- O seu irmão mais velho é um gato, admita, todos vão sentir inveja. - Matt usou seu tom arrogante para dar uma ponta de ironia a frase e um misto de diversão e falta de humildade.
Era verdade, Matt despertava os olhares de muitas das que frequentavam o mesmo colégio que eu, mas era comprometido, apesar de haver algumas desavenças e impossibilidades neste relacionamento que ele cultivava a pouco mais de um ano. Era moreno, mais alto que eu, fora modelo a uns meses antes mas optou por abandonar a carreira um pouco depois de descobrir a leucemia.
Tive de sorrir a ele, afinal era impossível fazer diferente quando se tratava de meu irmão, ele estava sempre a tentar dar um up em meu astral.
Chegamos no local e ainda me sentia mal. Era um desastre para alguém da minha idade e em minha situação ter de passar por aquilo.
Acabamos permanecendo ali até 00h e preferi ir embora, nem sequer a valsa eu quis dançar. Papai ficara decepcionado, mas no fundo entendia a minha decepção.

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Re: Mudar [ Changer ]

Mensagem por Convidado em Qui Jan 09, 2014 7:09 pm

Sabe o que eu mais adoro em suas fics? Você acha que se perde, mais eu tenho certeza que não. É o que diferencia sua fic das outras, agente se sente no meio da história, passando as mesmas incertezas...


E OMFG... TA TÃO AWESOMER!

É uma mistura de realidade, uma realidade normal de meninas e o baile, mais a genialidade os sentimentos os detalhes, eu estou a roer unhas................


continue vá '----------------'

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Re: Mudar [ Changer ]

Mensagem por Convidado em Sex Jan 10, 2014 10:33 am

*----------* Ai Leh que lindo vei' continua por favor, preciso de mais de tua inspiração -.-

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Re: Mudar [ Changer ]

Mensagem por Convidado em Sex Jan 10, 2014 3:08 pm

Capítulo 2 - Mil e um Amores
q
Creio eu que grande parte das frustrações na vida de uma adolescente se devem ao interesse por algum rapaz. Eu por exemplo passei por muitos destes episódios em meus 16 anos de vida. Tentarei coloca-los em palavras, se é que isto é possível.
Se vou mesmo falar de meus romances, nada melhor do que começar pelo primeiro beijo. Fora um dia curioso, eu devia ter meus 13 anos, costumava ir para a casa de meus avós durante a tarde, era um lugar onde me sentia bem, sem dizer que minha prima Nathalie morava nos fundos e havia também vários amigos de infância que eram vizinho, digo isto por que a uns meses atrás era minha família que residia o local onde agora Nath morava.
Continuando, era uma tarde de quarta feira, o horário devia beirar as duas da tarde, Annie, uma das vizinhas, viera me chamar . Costumávamos ficar lá fora trocando assuntos, eu, ela e Nath, este ano estava sendo diferente, Nath estudava no turno oposto ao nosso.
Digamos que naquela época meus avôs não faziam questão de ter internet em casa e quando batia a curiosidade eu era obrigada a pedir um trocado a eles e ir a lan house na companhia de Annie. Fora o que aconteceu naquela tarde, havia um rapaz cujo o qual Annie gostava muito, lembro-me até hoje do nome estranho que ele tinha, Malthus, mas apesar da falta de gosto para nomes, os pais do garoto foram capazes de entalhar um verdadeiro deus grego. O Rapaz era moreno, bem mais alto que eu na época, olhos azuis e seu cabelo um leve cacheado. Era ali naquele lugar onde eles costumavam se encontrar, enquanto se agarravam eu me privava do mundo navegando por alguma rede social, lembro que na época era o ORKUT que estava em alta, quanto tempo .
Como de costume lá estava o rapaz aguardando Annie, um sorriso maroto nos lábios a convidava para um abraço, desta vez havia um outro com ele, não tão bonito, mas tinha o sorriso simpático, infelizmente quem vê cara não vê coração.  Também moreno, aliás, não existiam muito loiros por ali, eram o que chamávamos de " raridade " . Abandonei o trio assim que pude e adentrei o espaço escolhendo um dos computadores. Infelizmente minha diversão tecnológica não durou muito. Bastaram dez minutos e lá estava Annie a me cutucar .
- O Amigo do Malt quer ficar com você. - Ela proferia com tamanha tranquilidade que me apavorava.
- Eu sou BV . - Disse sem tirar os olhos da tela do computador.
- Qual é, ele é bonitinho!!
- E, eu sou BV. - Insisti.
Para meu azar, aquela garota sabia me manipular e inconsequentemente fui arrastada lan house a fora e entregue aos braços do garoto. Nem sequer perguntara meu nome, senti-me apenas ser puxada e antes mesmo que tivesse tempo para reagir ele me lascou um beijo. Acredite, não fora nada agradável, não que o rapaz beijasse mal, mas era eu quem não sabia fazer o serviço . Para piorar a situação o infeliz tinha a tal da mão boba. Ao notar os sinais da primeira ousadia impedi-o de prosseguir e o empurrei.
- Ta  legal Ann, ta na hora da gente ir embora. - Falei desorientada e a puxei o mais depressa que pude para longe dali.
Não levaríamos mais que cinco minutos para chegar novamente a casa de meus avós, e enquanto Annie resmungava algo sobre minha retirada estratégica, eu mencionava juras de morte a ela.
- Ele era bonito. -Disse ela tentando amenizar a situação.
- Não disse que era feio, só que eu planejava esse momento com alguém que eu gostasse de verdade, entende ? Não com um estranho que nem sei o nome. - Disse injuriada .
- Bruno.
- An?
- O nome dele é Bruno.
Revirei os olhos.
Talvez esteja pensando que a decepção fora apenas o primeiro beijo, mas não é bem assim, um dia depois aquele rapaz viera me procurar, e para minha surpresa ele namorava uma garota a 3 anos e seria pai no próximo mês. Pois é, coisas do tipo costumavam acontecer comigo.
Para todos os efeitos sempre havia o próximo. O nome dele era Wislan, talvez eu tivesse uma queda por morenos, ou apenas estava acostumada com o produto que nos era oferecido. Ele era mais velho que eu, mas apesar disto enquanto eu era do 9º ano ele era do 8º, e havia algo que fazia com que nossa idade aparente fosse diferente da real, eu era bem mais alta que Wis.
Era o tipico garoto tímido, mas me encantava, não era considero bonito pelas regras de modas impostas pela sociedade, mas era alguém que me fazia bem. Mas enfim, toda fachada de bom moço não passava de um aparente fajuto, Wislan era um cafajeste, acabou me traindo com sua melhor amiga.
Bom, se ainda esperam por alguma história amorosa em minha vida, aconselho que parem de ler a partir daqui.
Bom, vejamos quem veio depois. Ah claro, como pude esquecer? O nome da praga, Daniel, meu melhor amigo, e acredite, o grande amor da minha vida. Tínhamos uma relação muito boa, até por que éramos melhores amigos, ele me contava tudo e da mesma forma eu contava tudo a ele.
Passei a olha-lo com outros olhos num passeio da gincana. Eu era a mais timida, e como o local escolhido fora uma reserva florestal, logo teriam as cachoeiras e eu evitaria a todo custo ficar seminua. Era uma insegurança, acho que eu tinha o direito de sentir isto não é ? Bem, naquele dia, os rapazes tiraram o dia para me atormentar. E com bravura Daniel me defendeu. Lembro bem que na época ele não era do mais bonitos, porém muito charmoso, hoje em dia o que eu tenho a dizer sobre ele é " GOSTOSO ". Prosseguindo, depois deste ato me apaixonei por ele, perdidamente, e infelizmente fui rejeitada e ele se afastou. Muita coisa aconteceu depois, eu mudei de escola, nos distanciamos, fiquei um ano sem saber notícias dele e para mim parecia tudo certo, até que voltamos a nos ver.
1º ano do colegial. Ele mal olhava para mim, afinal agora ele fazia parte dos populares, naquele meio tempo havia provado de todas as bocas, inclusive da minha " melhor amiga " e da minha " amiga de infância ", Respectivamente Jenny e Valery [ Sim, aquela mesma que comentei no capítulo sobre o baile ] . Para quem se diziam amigas elas foram longe, não é? Ou era apenas eu com meu ciúmes doentio?
O destino parecia gostar de me aprontar peças, lembram-se da Annie? A vizinha de meus avós? Estudava nesta mesma escola, mas esta já cursava o 2º ano, como já éramos próximas, foi com ela quem me apeguei durante esta etapa, e o destino trabalhou, sua melhor amiga era agora a namorada de Daniel. Bom não importa o passado, o futuro me reservou a quem eu tanto amava, talvez não por muito tempo, mas por tempo suficiente para ter a certeza de que quem eu tanto amava não passava de um imbecil .
3º Ano do Ensino Médio, Daniel se tornara comparsa de meu irmão mais velho. Como? Matt costumava se divertir com a irmã mais velha de Dan. Por tal absurdo Dan passava muito tempo em minha casa disputando partidas de futebol no XBOX 360 de meus irmãos. Num belo dia estava eu sozinha em casa e Daniel resolveu bater no portão. Hormônios a flor da pele, antigas paixões, reencontros, desejo, e privacidade, a receita perfeita para um bom beijo não é ? E se eu tivesse permitido, tenho certeza que viria algo a mais. Mas não fazia este tipo. Bem, lá vamos nós para parte decepcionante. Daniel como um " bom " machista teve de me trair e contrariar com todas as ideias que meu coração cultivava.
Houve um que não me decepcionou, muito pelo contrário, talvez até me deixava um pouco de lado, mas ele sim era um homem de verdade. Não citarei seu nome por gratidão a experiência.
Machista seguinte, Henry, um gringo. Meus músculos ainda tremem quando lembro dele. Os olhos cor de mel, físico atlético, lábia afiada. Não havia como resistir, e me entreguei, inconsequentemente me entreguei a ele. E sem pensar no que poderia vir herdei uma gravidez. Bastou uma noite, e agora eu gerava um bebê em meu ventre. Confesso que de início me desesperei, cheguei a pensar em arranca-lo de mim, não era responsável a ponto de tomar conta de uma vida, mal cuidava da minha. Felizmente podia contar com Henry, ele assumiria o bebê, mas novamente, por obra do destino, uma grande decepção, a perda da vida que eu gerava. Não mentirei, doeu muito, não só fisicamente, mas meu psicológico ficou abalado. Por fim Henry não fora de fato uma decepção em minha vida, mas um aprendizado, o término veio por ciúmes abusivo de ambas as partes e por um repentino sentimento que ele cultuava pela namorada, ou quase isso, de Matt.
Daí em diante a coisa esquentou, primeiro viera o desgraçado de nome difícil o qual eu chamarei apenas de M., o infeliz conseguiu me balançar em pouquíssimo tempo, e viera então a notícia sobre o baile, quem em melhor que ele para levar? Primeiro, parecia um completo cavalheiro, agradaria meus pais e por fim, era mais alto que eu.  Como já era previsto uma futura decepção, me ligou um dia antes do baile avisando que não iria ser meu par, Maldito.
Este é o ultimo, quer dizer, não estou dizendo que não vou me apaixonar novamente, mas bem, confesso que meu peito ainda bate por este, infelizmente fora esta paixão a qual mais me doeu, ainda dói. Ralf, era bem mais velhor, tinha seus 25 anos. Foi a ele quem compus minha primeira canção. Nós temos uma história, ainda que nada tenha ocorrido. Nos conhecemos e bem, foi encanto a primeira vista, ele era um bom homem, veio o tempo e a notícia sobre a doença, eu era portadora de células defeituosas, leucemia. Assim que soube Ralf fez doação de sangue e disse que faria sempre que pudesse. Cuidou de mim como que cuida de quem ama. Tornou-se tão meu que eu não podia acreditar na infeliz realidade, ele era casado. Assumo que não me doeu muito saber disto, por que sinceramente, eu estava disposta a ignorar esta barreira, mas não o fiz. Apenas, me afastei.

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Re: Mudar [ Changer ]

Mensagem por Convidado em Sex Jan 10, 2014 5:58 pm

Nossa vei Leh :/ ta me emocionando com essa historia, confesso que é tão real que podemos até sentir os sentimentos, perdas, aflições, eu to amando e quero ver o resto da historia
poste logo por favor kk

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Re: Mudar [ Changer ]

Mensagem por Convidado em Sex Jan 10, 2014 6:01 pm

1 - OMG!! IMAGINEI O JESUS LUZ MAIS NOVO '---' ESPERTA xD

Uo Orkut?? '---' pq não mandou um depoimento, enfim, eu não acredito no que estou a ler, como ela é uma bitchsinha  Malt, lindo nome '----'

BV ainda se usa esse nome ?? JESUS

E bem a dois tipo de pensamento, bem não existe para mim essa coisa de BV, ou Virgem, quem pensou ou sentiu vontade de fzer sexo não é virgem não, é sub-virgem '-' Coisa que hoje em dia so ocorre com bebês


E bem, ela tem uma atração por homens mais velhos não é... quero so ver os proximos capitulos ... homem casdo? Isso doi no coração da gente, mais fazer o que a vida é dessas os homens promete rios e fundos e no final, mesmo sendo  crentes, evangelico - que não é o caso aqui - ainda brinca com sentimentos


TO ESTRESSADA, QUERO DAR UMAS CHAPADAS NA CARA DESSE RALF!!


E OUTRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA


PODE AUMENTAR ESSES POST'S PQ A COISA TA FICANDO BOA ACABAAAA


------------------'

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Re: Mudar [ Changer ]

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